Monday, March 31, 2008
Thursday, March 27, 2008
Verdades Parciais
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Dani
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Marcadores: Divagações, Eles disseram
Tuesday, March 25, 2008
Atenção
Cuide para ter sempre em sua vida alguém que exija o MELHOR de você!
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Dani
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Marcadores: Desabafos, Divagações
Sunday, March 23, 2008
É possível...
"(...)
- Que quer dizer “cativar”? Disse o principezinho.
- Significa “criar laços”...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
- É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
- Oh! Não foi na Terra, disse o principezinho."
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Dani
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Marcadores: Eles disseram
O barulho do vento
(...)
- Minha vida é monótona. Eu caço galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo..."
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Dani
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Quis
"E, no dia da despedida, ocorreu o seguinte diálogo:
- Ah! Eu vou chorar - Disse a raposa.
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não te queria fazer mal, mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Quis, disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! Disse o principezinho.
- Vou, disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada!
- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo."
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O que faz diferença
"Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco, ela sozinha é, porém, mais importante que todas vós, pois foi ela que eu reguei. Foi ela que pus sob a redoma. Foi ela que abriguei com o paravento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa."
Saint-Exupéry
(sim, sim... o velho, mas bom e querido Pequeno Príncipe, hihih)
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Thursday, March 20, 2008
Encontros
"Tomas Anderson: Neo, o que aconteceu com você aquele dia no hotel quando você morreu e voltou? Você descobriu o que é a Matrix?
Neo: Nada disto, apenas percebi o absurdo.
Tomas Anderson: Que absurdo?
Neo: O absurdo que é buscar a Matrix.
Tomas Anderson: Mas você buscava, não buscava?
Neo: Sim, eu busquei por muito tempo – a Matrix era minha meta. Fiz todo o possível para encontrá-la, mas sempre fracassei, agora entendo porque.
Tomas Anderson: Por que, Neo, me diga.
Neo: Porque eu acreditava que era o Tomas Anderson.
Tomas Anderson: Como assim?
Neo: Eu acreditava que eu era um "eu" separado da Matrix. Assim, esperava que um dia o “eu" encontrasse o “outro” (a Matrix).
Tomas Anderson: Mas você encontrou a Matrix não encontrou?
Neo: Não fui eu que encontrei a Matrix, foi a Matrix que se encontrou. No dia em que o Smith me matou, a própria Matrix percebeu que não há nada para ser encontrado, nem lugar algum para se ir.
Tomas Anderson: Mas você só pode falar isto porque descobriu, não é?
Neo: Tomas, quem descobriu foi a própria Matrix, eu, Neo, existência separada e com livre-arbítrio, não existe. Neste exato momento, por exemplo, nós somos a Matrix conversando consigo mesma.
Tomas Anderson: Que loucura é esta?
Neo: Pense bem, todas as coisas que estão ao seu redor agora estão existindo ao mesmo tempo que você por um motivo muito simples: todas são a mesma existência (a Matrix). Separação é como se as ondas estivessem olhando uma pras outras sem perceberem que são o mesmo mar.
Tomas Anderson: Mas porque acredito que existo separado?
Neo: Quem acredita também não é você, Tomas, é a Matrix.
Tomas Anderson: Então, quem sou eu? O que sou eu? Penso logo existo, não?
Neo: Tomas, note, se pra pensar leva tempo, e o aqui é agora é a ausência absoluta de tempo e espaço: onde está você agora?
Tomas Anderson: Em lugar nenhum.
Neo: Lugar nenhum é todo lugar. Você está em todo lugar, Tomas, pois você é a Matrix, aqui e agora. Você é a Matrix olhando para si mesma. Você não está conversando comigo. Eu não estou conversando com você. Apenas a Matrix está em atividade. Abelha, flor, mel, estrela, eu, você, é tudo uma atividade só: é a atividade da Matrix. Permaneça como um simples observador e você perceberá que a Matrix está observando a si mesma, por todos os lados. Se bem que não existem lados, o que facilita bastante o trabalho da Matrix.
Tomas Anderson: Mas se tudo já é a Matrix, se a Matrix sou eu e você também. Porque a Matrix precisa de nós?
Neo: Porque a Matrix só pode ver você (Tomas Anderson) através de mim. Porque a Matrix só pode me ver (Neo) através de você. Logo, é só através de nós (dois) que a Matrix pode ver a si mesma."
Texto: Marcelo Ferrari
http://www.matriz-zero.blogspot.com/
muito bom! Êeee busca danada...
*
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Dani
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Friday, March 14, 2008
Simples
O modo mais maravilhoso de ensinar é simplesmente SER.
(que tal a gente reclamar um pouco menos dos outros e cuidar um pouco mais da gente??!)
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Dani
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Marcadores: Desabafos, Divagações


