quarta-feira, outubro 28, 2009

a fábula do porco-espinho



"Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente; mas, os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam maior calor. Por isso decidiram afastar-se uns dos outros e voltaram a morrer congelados. Precisavam então fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram!"

e não é?
*esses bichinhos espinhudos são muito fofos, olha isso! :)

7 comentários:

Bia disse...

...pois é, Dani,
uma historinha que traz tanta profundidade em sua mensagem.
Estava precisando de palavras assim, obrigada.

Beijos.

Luciane Slomka disse...

Faz mesmo pensar sobre o quanto nós conseguimos suportar os espinhos dos outros ou nos mantemos afastados para fugir dessa dor, mas perdendo a chance do amor...

Belle disse...

Mto bem compartilhada essa fábula viu!!!
É bem verdade q mta vezes preferimos fecharmos em nosso mundo por medo de uma nova decepção.. do que tentar viver outras histórias mais belas...futuramente!
E não posso deixar de falar que é mto LINDOOOOOOOOOO esse porquinho!!!
BJOS Dani

Ana Jácomo disse...

São fofos demais, não importam os espinhos! :)
E, Dani, que sabedoria linda essa história nos diz, não é? Inspiradora à beça. Amei.
Beijos pra você.

Mr. Mojo Risin' disse...

...mas que doce!!! ...fofo...fofo...fofo...

beijoca!

Daniela Yoko Taminato disse...

e não é que é verdade?

georgeumbrasileiro disse...

Dani, essa história me trouxe à mente uma outra fabuleta, talvez não tão meiga, porém tão didática quanto:
Não era a era glacial, mas era inverno. O filhote de sabiá caíra do ninho e já estava ficando durinho ali na neve, praticamente morrendo congelado, quando uma vaca que por ali vagava em busca de um arbusto pra pastar, sem notar cagou bem em cima do pequeno pássaro que rapidamente se aqueceu e se reanimou, deu uma chacoalhadonha e ensaiou bater as asitas, sendo deste modo avistado por um faminto gavião que há horas buscava comida e assim morreu o pequerrucho, petisco de gavião.
A moral? Bem, da mesma maneira que nem sempre quem te põe na merda é seu inimigo, nem sempre quem te tira dela e seu amigo. É isso aí, pe-pessoal.